Amar, amar,amar,
Amar sem findar.
Amor louco,
Amor inocente,
Amor paixão,
Amor educação,
Amor razão,
Amor delicado,
Amor refinado,
Amor biscuit!
Maria Georgina Freire (22/10/2011)
Me atrevi a escrever este poema para o meu biscuit. Luiza, minha filha.
Amar sem findar.
Amor louco,
Amor inocente,
Amor paixão,
Amor educação,
Amor razão,
Amor delicado,
Amor refinado,
Amor biscuit!
Maria Georgina Freire (22/10/2011)
Me atrevi a escrever este poema para o meu biscuit. Luiza, minha filha.
MÃOS VAZIAS
As minhas mãos cansadas, as minhas
mãos.
Mãos que outrora conspurcaram lírios.
Mãos amadas, mãos odiadas, mãos
perdoadas.
Quantas vezes talvez em meio a grande
festa,
- outras mãos se uniram a elas para a
sesta
e acordaram iguais de mão em mão.
Quantas, quantas nem
sei...
Hoje rodeadas por aduladores,
Quantas vivendo ao sabor de seus
amores
-beijaram servilmente as minhas mãos.
Grande história afinal que se resume
em nada.
Nada que para mim custou uma
existência.
Hoje trêmulo, fraco, velho e sem
pedir clemência,
- na contemplação singela do que sou,
Do que fui, do que seria.
Eu afinal que vivi d e amores as mãos
cheias,
-contemplo humildemente as minhas
mãos vazias!
Este poema é de outro amor de minha
vida. Fabriciano Garcêz Freire, meu pai.
Toda essa vida tão estreita,
Tenha multiplicado minha fantasia.
Noutra dimensão eu realmente
Podia viver:-A do sonho!
Nela se moviam asas secretas,
Visões ocultas, que aos poucos
Se transformavam, espantoso
Como se transformavam!
De outro lado um dasafio...
Arqueava de outro modo o sorriso,
O olhar destilava malícia e ousadia,
E o rosto assumia beleza,
Era um desafio.
Mas tudo mudava no jogo de reflexo
Sentava um diante do outro
E olhava...com tamanho fervor,
Assim eu me salvava de ressecar
completamente...
Luiz Alberto dos Santos
Este poema foi escrito para mim , por meu marido (que autorizou a postagem),
no ano em que nos conhecemos, em 1985.
Tenha multiplicado minha fantasia.
Noutra dimensão eu realmente
Podia viver:-A do sonho!
Nela se moviam asas secretas,
Visões ocultas, que aos poucos
Se transformavam, espantoso
Como se transformavam!
De outro lado um dasafio...
Arqueava de outro modo o sorriso,
O olhar destilava malícia e ousadia,
E o rosto assumia beleza,
Era um desafio.
Mas tudo mudava no jogo de reflexo
Sentava um diante do outro
E olhava...com tamanho fervor,
Assim eu me salvava de ressecar
completamente...
Luiz Alberto dos Santos
Este poema foi escrito para mim , por meu marido (que autorizou a postagem),
no ano em que nos conhecemos, em 1985.
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